sábado, 20 de novembro de 2010

Como percorro




A luta ainda não comecou
Ela se esconde na carne humana
comida pela história.

Sou o cigarro do crime
tragando a vida na boca.
sou a saliva grossa da garganta seca,
uma merda de alivio escroto!

Pereci perante as fatalidades
para não aceitar mais nenhum gracejo.
Entre as sombras e a duvida, apenas percorro,
passei pela morte quando provei a verdade.

Caros,trago na boca a nata amarga do silêncio
que sucumbida entre as linhas dos dentes
foram quebrados no denunciar dos fatos.




Escorro como gozo nos seios da melancolia

e sinto que estou a perder o gosto.

Cansei se ouvir seus lixos de arrotos e assitir aos luxos dos outros.

Não quero dramaticos efeitos, só um preciso do tom certo de: te deixo!

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