No assombro da noite,procuro pela ausência do lado,pelo travesseiro. O silêncio que faz eco no quarto ,espanta nossa história que repousa..e o traveseiro assombra, assombra e me ronda.Julgo errado a proposta da vida ao achar que tudo tem razão, e que nas razões esta alguma verdade;que tolo sou eu em achar que reconhecerei alguma verdade; assim reluto.
Zélo o apreco que tenho na simplicidade de tudo,em levantar e se prender ao irrelevante,um dom de ter tons como sons e cores em agridoces,me deleito em mim, te vejo em tudo que vi.
Por de tras das coisas que me distraem estão as coisas que me distroem,e por de baixo do pano sujo revela-se toda a poeira distraida e jogada,inescrupulosamente.
Pouso no meu vicio em voce, e me ponho como um bobo choroso.Amado,porem mesmo assim bobo, a ignorar meus abismos e transpassa-los por ti.
E na falta de tudo que busco, me faço querer nada. A espera e o prazer da idéia me são o balsamo pra ansiedade.
Me exponho a peito nu as tragédias previsiveis,e desta máxima me faço firme perante os julgos de quem assiste.Quero a ti assim,desse jeito torto e sem volta; me vejo pelo seus olhos,me exponho para seus olhares.
Quero tua força branda numa vida mansa, quero ter a certreza de não temer, quando escolher contigo viver.
Valei-me!
Nenhum comentário:
Postar um comentário